superintendente da Amaju, Eraldo Oliveira - Foto: Josimar Segundo/ CMJN
superintendente da Amaju, Eraldo Oliveira - Foto: Josimar Segundo/ CMJN

Em apelo aos vereadores, o superintendente da Autarquia Municipal de Meio Ambiente de Juazeiro do Norte, Eraldo Oliveira, defendeu a adesão do Município ao Consórcio Municipal para Aterro de Resíduos Sólidos (Comares). O projeto estava na pauta de votação da sessão dessa terça-feira (14.dez.2021), mas acabou prejudicado por falta de quórum depois de parlamentares esvaziarem o plenário.

Na Tribuna da Câmara, Oliveira esclareceu que o projeto em destaque versa apenas sobre a necessidade de aprovação do chamado terceiro termo aditivo. Este termo aponta somente para adequação à nomenclatura do consórcio, e observação de concessão para tratamento, transbordo e destinação final dos resíduos sólidos.

Vereadores insistiram em questioná-lo sobre a possibilidade da cobrança de uma taxa de coleta do lixo. O superintendente afirmou que uma lei federal já autoriza o serviço concessionário a fazer a cobrança, mas que o assunto será discutido posteriormente na Câmara Municipal. “Ela [a cobrança] tá implícita porque está na lei. A taxa do lixo tem que vir uma lei específica para a Câmara, e no momento certo vamos fazer isso”, explicou.

“Se essa ratificação não for aprovada, Juazeiro vai perder em um quesito: baratear o valor que ele vai pagar pela destinação final desses resíduos. E sabe o que vai acontecer? Os outros nove municípios do Cariri poderão inviabilizar acabar com seus lixões”, alertou o superintendente. “Vamos ter o carimbo de vamos condenar os demais Municípios que vão ter a oportunidade de acabar com lixões?”, questionou

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